![]() ROSAS AZUIS
Paulo Silveira de Ávila Rosas azuis nas noites serenas, sussurram, rompem o silêncio da madrugada, singrando o êxtase à beira dos
abismos.
Nas penas dos poetas e sonhadores, perpassam cálidos sonhos, que flutuam na imaginação utópica, na desordem lógica do pensamento. A lua cúmplice das noites estelares, faz charme beijado suas pétalas tênues, encantadora e discreta, aconchegada de
luz.
Sob a alfombra prateada do luar, brota uma sensualidade aos olhos
ávidos,
que te mira como mulher amada. Da embriaguez fluida docemente, sopra o vento exalando um cheiro
lúbrico,
carregado de suspiros carinhosos, que se cruzam ao toque impulsivo das
carícias.
Na coreografia aconchegante das
mãos,
nasce erotizada vontade de
possuí-la
coberto de sedutoras rosas azuis. FORMATAÇÃO DE SIMONE CZERESNIA |
Página editada por Cleide canton em 09 de abril de 2006
