Primeiro amor


Arde no peito 
a chama que não fenece.
Explode a saudade 
que não esmorece,
lembrando o primeiro desejo de amar
que o tempo cruel 
não consegue apagar.



Anseios trocados, 
apertos de mão,
rubores na face , 
buracos no chão,
suspiros, gemidos, intensos olhares...
Novo santo 
eu colocava nos altares!



Seus olhos brilhantes, 
castanhos-dourados ,
fitavam, tensos, 
os meus enamorados.
Calavam-se as vozes contidas no peito 
na espera do mais 
que se tinha direito.



Um tímido beijo, 
primeiro, sonhado,
depois um segundo, 
mais aconchegado...
Ficou na lembrança este terno momento
que agora declamo 
num doce lamento!



Proibida a cópia sem autorização da autora
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 Web designer Ana Amélia Donádio
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Página editada em 01/07/2003.


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