O BEIJO DO VAMPIRO II

Na calada da noite
embriagaste este meu coração
que, envolvido pela paixão,
esqueceu-se da razão.

Na calada da noite
chegaste de mansinho,
todo envolvido do carinho
que faltava no meu ninho.

Na calada da noite,
revestido de toda a beleza,
zombaste da minha pureza
e deixaste-me indefesa.

Na calada da noite
o teu ato obsceno
inundou de veneno
o meu viver sereno.

Na calada da noite
o meu sangue sugaste,
os meus sonhos mataste,
o meu eu sacrificaste.

Na beleza do dia,
debaixo do sol brilhante
cravei a estaca, oscilante,
no teu coração palpitante

Na calada da noite
ainda procuro encontrar
outro alguém para amar,
outros sonhos para sonhar...

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 Web designer Ana Amélia Donádio
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Página editada em 15/04/2003.

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