DOCE LOUCURACleide CantonPede-me, a razão, que jamais me calediante do olhar aberto e inquisidor,sondando os laços que talvez embaleeste meu eterno sonho de amor.Se assim me vejo com a fé do crente,se assim me aceito, certa e confiante,não existe o como agir diferentenem fazer perto aquilo que é distante.O que me permito e não te convenceé gritar ao mundo que te amo tantoe que é pleno para mim este encanto.E por mais que eu me recolha e não penseno que perco ou ganho, se muito ou pouco,aceita, assim, este meu mundo louco.SP,29/06/200612:15 horasFORMATAÇÃO DE SIMONE CZERESNIAQuer enviar esta página?Clique no Recomende.Copie o código para colar no scrap do Orkut
Página editada por Cleide Canton em 12/09/2006
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