Povoas meus solitários sonhos
e meus lábios se abrem risonhos
nesta vã e desvairada espera,
nesta angústia que não quisera.



Não te deleites só com minha aparência!
Toma-me toda, estou sem resistência,
Pois, da obscenidade do teu pensamento,
apodero-me neste teu momento.



A mulher de mim se acende
e a teus apelos atende.
Embebedo-me com teu veneno
e esqueço meu agir sereno.



Deixemos de lado nossos medos!
Confiemos a nós nossos segredos!
Da vida não há nada a temer
e juntos temos muito a aprender!




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Web designer Ana Amélia Donádio
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Página editada em 01/04/2003.

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